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Invasão/manifesto do grupo RASGO na exposição QUEERMUSEU, no Santander Cultural de Porto Alegre, curadoria de Gaudêncio Fidelis.

O manifesto existe por acreditarmos que a exposição é uma apropriação mercadológica da teoria queer, sem qualquer contra partida social, reforçando um estereótipo higienizado e limpo, apagando toda a vivência de minorias para enaltecer de status artístico os “desconstruidxs” do sistema da arte. Gaudêncio faz um desserviço a comunidade desviada, utilizando deste conceito para criar algo polido, politicamente aceito, endeusado e emoldurado.

Durante a ação, um dos participantes foi interceptado por um segurança que agiu agressivamente, imobilizando e tentando conduzir o artista a uma sala isolada do público. Denunciamos enquanto RASGO a ação autoritária, agressiva e violenta, resposta da instituição a uma intervenção artística legítima contra apropriação cultural do museu e dos descasos do Governo ilegítimo Federal.

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